Energia solar vira alternativa para aumentos na conta de luz

As contas de luz já estavam altas e aumentaram mais a partir de hoje, com o anúncio da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) da criação de uma nova bandeira tarifária. Com tantos aumentos, a energia solar é uma alternativa para quem quer economizar e tem sido uma opção de muita gente. 

 

Fonte: https://noticias.r7.com/minas-gerais/mg-record/videos/energia-solar-vira-alternativa-para-aumentos-na-conta-de-luz-01092021

Quase 50% da matriz energética brasileira vem de fontes renováveis de energia

Quase metade da energia energética produzida no Brasil vem de fontes renováveis, de acordo com o Ministério de Minas e Energia. A maior parte é produzida em usinas hidrelétricas, mas nos últimos anos, a geração de energia eólica, produzida pelo vento, e a solar vem ganhando destaques.

“A matriz brasileira é uma das mais renováveis do mundo com uma proporção de 48%, indicador mais de três vezes superior ao mundial”, ressaltou o diretor do Departamento de Informações e Estudos Energéticos do Ministério de Minas e Energia (MME), André Osório.

Energia eólica

De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a energia eólica hoje representa 10,9% da matriz elétrica brasileira e a expectativa é que chegue a 13,6% ao fim de 2025. Os maiores parques estão na região Nordeste. Em julho, foram quatro recordes de geração eólica média e quatro de geração instantânea (pico). Segundo o ministério, em um único dia, a média inédita chegou a 11.399 MW, suficiente para abastecer a 102% da região Nordeste durante 24 horas.

Energia solar

A energia solar representa 2% da matriz elétrica do país, podendo atingir 2,9% até o fim de 2021, de acordo com a ONS. Nos últimos três anos, o crescimento da energia solar centralizada (gerada por grandes usinas) foi de 200%, enquanto que a solar distribuída (pequenas centrais de geração) passou de 2.000%. Segundo o Ministério de Minas e Energia, só em 2020, a capacidade instalada em energia solar fotovoltaica cresceu 66% no país.

Compromisso

O crescimento na matriz de energia limpa ajudar o Brasil a honrar o compromisso assumido na Cúpula do Clima deste ano de antecipar a neutralidade climática de 2060 para 2050.

“Para qualquer cenário de planejamento energético realizado pelo MME, em que pese a antecipação da neutralidade climática, verifica-se que a participação das renováveis na matriz elétrica deve continuar acima de 80% até 2030, chegando a 85% em 2050. Tais resultados serão alcançados em boa medida com o aproveitamento pelo país de seus potenciais eólico, solar e de biomassa bem como em decorrência de todo esforço já estabelecido pelas políticas públicas, da mudança do perfil do consumidor brasileiro que vem buscando economicidade e aprimoramentos tecnológicos nas soluções de suprimento de energia elétrica”, destacou André Osório.

Entre os incentivos oferecidos pelo Governo Federal para o aumento da energia limpa está a eliminação de impostos de importação para equipamentos de energia solar, o que tem permitido o aumento da competitividade da fonte solar no Brasil, tanto para a geração centralizada como para a geração distribuída.

“Nesse processo de expansão, o ministério não se descuidou da sustentabilidade ambiental, instituindo programas de incentivo às fontes renováveis de energia como Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica) e Renovabio (Política Nacional de Biocombustíveis)”, explicou o diretor.

Liderança nos Brics

A produção de energia limpa pelo Brasil é destaque entre os países que compõem os Brics (Brasil, Rússia, África do Sul, Índia e China). Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que a matriz energética brasileira, em 2019, foi formada por 45% de fontes renováveis e 54% de fontes fósseis. Os números superam os demais países do bloco. As fontes de energia fósseis chegam a 97% na África do Sul, 94% na Rússia, 92% na Índia e 87% na China.

“Nosso país é dotado de uma riqueza de recursos energéticos que supera muitas vezes a demanda de energia total estimada pelos próximos anos. Passaremos de uma posição de importador líquido de energia para outra realidade, a de ofertante líquido. Assim, percebemos que o nosso papel agora é de administrar a abundância de recursos energéticos”, ressaltou o diretor.

“Há uma diversidade das fontes renováveis mais tradicionais. Mas vamos continuar com grande participação de hidrelétricas, PCHs e de biomassa. As fontes eólicas e solar irão se expandir fortemente e ainda há fontes limpas e menos tradicionais que estão recebendo grande atenção para sua viabilização como resíduos sólidos urbanos, eólica off shore e o hidrogênio” concluiu.

 

Fonte: https://www.gov.br/pt-br/noticias/energia-minerais-e-combustiveis/2021/08/energia-renovavel-chega-a-quase-50-da-matriz-eletrica-brasileira-1

A nova bandeira tarifária de escassez hídrica coloca a energia solar como uma alternativa para fugir das altas tarifas

Alternativa

A nova bandeira tarifária de escassez hídrica coloca a energia solar como uma alternativa para fugir das altas tarifas. No primeiro semestre, a instalação de painéis solares no Brasil cresceu quase 50% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo a Absolar. O Ceará é o primeiro no Nordeste em potência de energia solar instalada, com mais de 14 mil conexões e 206,3 MW.

Residencial

“Cerca de 80% dessas novas instalações são de clientes residenciais. Os constantes aumentos na conta de energia estão fazendo os consumidores pensarem em alternativas para economizar. E o principal incentivo é, com certeza, a redução de custos no orçamento familiar”, avalia Jonas Becker, coordenador estadual da Absolar no Ceará e diretor presidente da Eco Soluções em Energia.

Fonte: https://ootimista.com.br/economia/desco-design-criativo-leva-a-experiencia-desconexo-para-a-movelaria-corporativa/

 

Instituto Escolhas sugere programa prioritário de renováveis

Matéria na íntegra:

Para enfrentar a crise hídrica, o governo poderia instituir um Programa Prioritário de Energias Renováveis (PPER), nos moldes de plano semelhante previsto pela Medida Provisória 1.055/2021 para a termeletricidade, propõe o Instituto Escolhas. Na avaliação da entidade, o momento atual seria ideal para avançar na expansão da oferta de energia solar e eólica, além da biomassa, que possui prazos de implantação mais curtos e custos menores do que usinas a gás natural.

Larissa Rodrigues, gerente de Projetos e Produtos do Instituto Escolhas, ressaltou que a indústria renovável encontra-se atualmente com capacidade ociosa no país e que os preços das fontes, especialmente oriundas de vento e sol, possuem preços de equipamentos mais baixos do que no passado, o que ajudaria a viabilizar novos empreendimentos num curto espaço de tempo.

A entidade elaborou um texto de discussão sobre a crise hídrica, no qual aponta que a atual situação não é apenas fruto de uma escassez de chuvas, mas sim da ausência da inclusão das mudanças climáticas no planejamento da operação do sistema, bem como na expansão da oferta.

“A crise não é uma surpresa, tivemos crises em 2001, 2014 e em 2021”, disse Larissa ao EnergiaHoje. Ela lembra que as projeções de crescimento do consumo de energia este ano comparam com o ano passado, cuja base era mais baixa por causa dos efeitos das medidas restritivas contra a pandemia – na prática, o consumo é praticamente equivalente aos níveis anteriores a 2020.

No estudo, o instituto destaca que a bacia do Rio Paraná registra chuvas abaixo da média há 22 anos. Assim, “colocar a culpa em São Pedro” é desconsiderar uma informação disponível que poderia ter sido utilizada para evitar racionamentos.

A MP do Racionamento, como vem sendo chamada, e que já recebeu cerca de 250 emendas no Congresso Nacional, abre espaço para a criação de um programa prioritário de termeletricidade (PPT), nos moldes do que foi estabelecido antes do racionamento de energia, em 2001.
No entanto, a especialista avalia que o uso intensivo de térmicas e a introdução de novas usinas cria um círculo vicioso, no qual o maior uso de térmicas no sistema causa emissão de mais gases de efeito estufa, que reduz a quantidade de chuvas e, consequentemente, eleva as chances de mais escassez e crise energética.

Ao não se observar os atributos das fontes, segundo ela, cria-se uma situação na qual as termelétricas funcionam como backup. Acionadas quando os reservatórios esvaziam – no momento, estão despachando fora da ordem de mérito – elas operam a pleno para preservar os reservatórios das hidrelétricas, com o consequente aumento das emissões.
Para o Escolhas, um programa específico para a geração renovável poderia reduzir a capacidade ociosa da indústria e traria uma sinalização para o segmento. “Se fosse feito, um PPER seria um sinal para indústrias, para aumento da capacidade.

O Instituto Escolhas não vê as térmicas a gás natural como combustíveis da transição energética e também vê a proposta de implementação de 8 GW, a maior parte em regiões sem infraestrutura de transporte, como uma forma de elevar custos para os consumidores, ainda desconhecidos.

Com a situação de escassez, ao desconsiderar que, em tempos de transição energética, os combustíveis fósseis, incluindo
o gás natural, estão cada vez mais na berlinda e que a oferta depende de uma infraestrutura inexistente, cria uma situação de ônus ainda maior para os consumidores, considerando que essas usinas serão contratadas como energia de reserva.

O estudo ressaltou que uma análise do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou custos da ordem de R$ 45 bilhões para os consumidores, causados pelo racionamento de 2001. “Quanto se pode custar agora?”, questiona Larissa.

Direcionar os esforços para a implementação de renováveis seria uma vantagem por causa da descentralização que as fontes podem proporcionar. Eólicas têm potencial elevado no Nordeste e no Sul do país; solar no Nordeste e em regiões de Minas Gerais; e a biomassa tem força no Sudeste – inclusive com o retrofit de usinas mais antigas, próximas aos principais centros de carga.

Instalação de placas solares tem crescimento de quase 50% até metade de 2021

Na edição do Jornal Nacional do último sábado, dia 21/08/21, foi divulgada uma matéria sobre o tema “Instalação de placas solares tem crescimento de quase 50% até metade de 2021”. Um dos experts no Brasil, Jonas Becker, (diretor da ECO e coordenador da Absolar aqui no Ceará) foi chamado para falar sobre o assunto!

“Dentro de uma empresa, a energia elétrica é o terceiro maior custo. Dentro de uma residência também. Então, você ter uma geração própria de energia tem como principal incentivo a redução de custo”, afirma Jonas.

Cada vez mais pessoas estão seguindo firme com o investimento da instalação de placas fotovoltaicas e o retorno, além de garantido, está trazendo muito sossego na hora de pagar as contas mensais.

Confira a matéria completa clicando no nosso link da bio ou acessando: https://g1.globo.com/jornal-nacional/

Aquaville será o primeiro resort do Nordeste abastecido por energia solar

Matéria na íntegra:

O Aquaville Resort , no Porto das Dunas, a poucos metros do Beach Park, mais importante parque aquático da América Latona e terceiro mais moderno do mundo, e ao lado da Foz do rio pacoti, onde se pratica esportes como o kitesurf segue sua tendência de modernidade e sintonia com a preservação do meio ambiente. O resort acaba de decidir em assembléia entre seus proprietários implantar energia solar. Será o 1º e maior resort do nordeste a buscar energia limpa.

O Aquaville Risort é um paraíso cravado no Porto das Dunas. Seus moradores, visitantes e famílias podem usufruir da maior área livre com opções para caminhadas, cooper, corrida, passeio ciclístico, de caiaque, admirar peixes, andar pelos jardins, flores, coqueirais. Na gastrônoma a cozinha bem nordestina com caranguejo, peixe , cavarão e lagosta, regados a uma água de coco ou caipirosca com uma boa cachaça.

O projeto de implantação da Energia Solar vai proporcionar além da energia limpa uma economia de meio milhão de reais em conta de energia. O coronel Walter Castelo Branco, gestor do condomínio, ao lago do subsíndico , Dr. Felix, receberam vários projetos, mas optaram por uma estrutura bem pensada para as placas não ocuparem áreas de lazer. As placas serão instaladas na cobertura do estacionamento. A obra é avaliada em R$ 1.1 milhão.

Fonte: https://www.blogdoamauryalencar.com.br/2021/07/aquaville-sera-o-primeiro-resort-do.html

Plano safra 2021-2022 amplia crédito para energia solar a produtores rurais

Matéria na íntegra:

 

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) comemorou a divulgação, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da edição 2021-2022 do Plano Safra. A nova edição trouxe um importante avanço para a sustentabilidade no meio rural, com a ampliação de recursos e opções de financiamento para produtores rurais que buscam investir em energia solar.

m dos destaques desta edição veio do Programa ABC, que passou a permitir o financiamento de energia renovável, potencializando os benefícios da energia solar fotovoltaica à agricultura de baixo carbono (ABC). Com isso, quatro programas de financiamento do Plano Safra já incorporam o uso de energia solar pelo agronegócio: Pronaf, Inovagro, Prodecoop e Programa ABC. Somadas, estas linhas representam R$ 26,9 bilhões para investimentos em projetos no meio rural, um aumento de 56% em relação aos R$ 17,3 bilhões da edição anterior.

Na avaliação do CEO da Absolar, Rodrigo Sauaia, há linhas de crédito para geração própria de energia solar disponíveis para produtores de todos os portes, em todas as regiões do Brasil. “A energia solar será cada vez mais estratégica ao agronegócio, pois traz inúmeros benefícios aos produtores rurais. A Absolar trabalhou junto ao Mapa para ampliar o crédito para energia solar no campo e o novo Plano Safra avançou nesta direção: são mais opções de financiamento e mais recursos para facilitar o acesso à tecnologia”, comemora Sauaia.

Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, lembra que o uso da energia solar traz vários ganhos de competitividade aos produtores rurais. “A tecnologia fotovoltaica reduz os custos com eletricidade, aumenta a segurança elétrica, protege o consumidor contra os aumentos das tarifas de eletricidade, aumenta a oferta de energia elétrica na propriedade rural, torna a produção no campo mais limpa e sustentável e agrega valor à marca do produtor rural. Tudo isso se reflete na oferta de um alimento mais barato na mesa dos brasileiros”, comenta.

Sauaia ressalta, ainda, que a sinergia entre o agro e a solar fotovoltaica é imensa, com diversas aplicações na produção rural. “A tecnologia é extremamente versátil e pode ser utilizada, por exemplo, no bombeamento e na irrigação de água, na refrigeração de carnes, leite e outros produtos, na regulação de temperatura para a produção de aves, na iluminação, em cercas elétricas, em sistemas de telecomunicação, no monitoramento da propriedade rural, entre muitas outras funcionalidades”, explica.

Segundo a Absolar, os investimentos em energia solar nas propriedades rurais já ultrapassam R$ 3,7 bilhões no País. Atualmente, os produtores rurais representam 13,1% da potência instalada na geração própria de energia solar, com mais de 37 mil sistemas instalados em propriedades rurais, que geraram mais de 23 mil empregos no Brasil.

Fonte: http://portalinvestne.com/2021/07/21/plano-safra-2021-2022-amplia-credito-para-energia-solar-a-produtores-rurais/

Nordeste, horizonte de oportunidades para a energia solar.

O reconhecimento é a nossa energia para ir mais longe!

Na edição de julho de 2021 da revista Fotovolt, o nosso diretor-presidente e, também, coordenador estadual no Ceará da Absolar, Jonas Becker, cita o PL n° 5.829/2019, em pauta na Câmara dos Deputados, que tem o objetivo de dar mais direitos ao consumidor de gerar a própria energia e de democratizar as fontes limpas de energias renováveis.

Para conferir a nota na íntegra, clique aqui. 

Venha fazer parte desta revolução!